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A cobra e o periquito
27/10/2007
 

Vamos falar dos "inimigos"...

HŠ que se reconhecer: os "caras" tÍm cada histůria!

A primeira.

O tťcnico Nelsinho Batista resolveu levantar o moral do onze corinthiano. Ent„o, promoveu um treino diferente nesta semana. De um lado, o goleiro Felipe. Do outro, os demais titulares. Estes deveriam tocar a bola, de pť em pť, atť chegar ŗ frente do gol e bater com decis„o.

Ou seja, o Coring„o enfrentou um time fantasma.

A idťia do treineiro era trabalhar as finalizaÁűes Ė e tambťm, em conseqŁÍncia, levantar a auto-estima da garotada que n„o anda lŠ essas coisas.

Ao que consta, mais uma vez, o destaque ficou por conta do goleir„o.

Por mais que Nelsinho os incentivasse, corresse lado a lado com os boleiros, gritasse, orientasse, o Ūndice de aproveitamento foi baixŪssimo.

O que fazer?

Depois do apronto, a Imprensa foi ouvir o tťcnico. Ele justificou a preparaÁ„o.

-- Em um campeonato nivelado como o Brasileiro, precisamos aproveitar todas as oportunidades que surgirem. Saber a hora certa de chutar. Nada de precipitaÁűes.

E terminou lembrando um ditado muito conhecido.

-- … preciso matar a cobra e mostrar o pau.

Assim como os pupilos, Nelsinho estava indo bem no toca daqui, toca dali. Mas, na hora de finalizar, mandou a bola longe, para alťm dos muros do Parque, no meio das pistas da Marginal.

Explico o porquÍ.

Certa vez, n„o sei a que pretexto, entrevistei um folclorista que me explicou o equŪvoco deste provťrbio, que se consagrou popularmente. Disse-me o tal que quem mata a cobra e mostra o pau ť porque n„o matou cobra nenhuma. Quem verdadeiramente matar uma cobra e quiser comprovar vai mesmo mostrar a dita-cuja mortinha, mortinha...

Concordam?

A segunda.

Aconteceu no Parque S„o Jorge nesta semana Ė e quem me contou foi o protagonista do fato, o amigo e repůrter-fotogrŠfico Robson Fernandjes.

Ele e o repůrter Cosme RŪmoli foram ao Corinthians na segunda-feira. Ao estacionarem o carro, viram o pai-de-santo Robťrio de Ogum que saŪa de uma reuni„o com a diretoria do Tim„o.

Robťrio ť conhecido no meio da bola porque jŠ fez despachos para um punhado de clube se dar bem. Seja na reta de chegada da conquista de algum tŪtulo (como o Palmeiras de 93, que jogou de meias brancas a seu mando), seja em momentos de crise, como a que hora ronda o Corinthians, ameaÁado de rebaixamento.

Robson jŠ desceu do carro fotografando, mesmo a contragosto de Robťrio que n„o quis adiantar se vai ou n„o dar uma ajuda do alťm. As coisas, disse o pai-de-santo, est„o muito carregadas pelo lado do Parque S„o Jorge. Ao fotůgrafo e ao repůrter, disse mais: naquele exato momento estava vendo um fuzuÍ de entidades e espŪritos ruins ao redor deles.

Nenhum dos dois acreditou.

Atť chegar ao jornal.

Verdade.

Quando o Robson foi checar as fotos que fez, viu que mais da metade delas n„o saiu. Ou melhor, saŪram sob uma tarja preta.

Verificou a mŠquina Ė que tem o nķmero de inscriÁ„o 666 Ė e percebeu que havia quebrado um dispositivo justo naquela hora. Falou, ent„o, com o repůrter e telefonou para o Robťrio que lhe informou, com a maior naturalidade, ter visto a hora em que um espŪrito destruiu parte do equipamento.

Inclusive orientou Robson a ficar em casa que a marť n„o estava para peixe.

Pura coincidÍncia, pensou Robson.

Atť que sua mulher telefonou para lhe contar da morte de um periquito australiano que tinha em sua casa e que ele tanto estimava.

-- Minha mulher disse que o bichinho ficou duro e esturricado, de uma hora para outra.

Por vias da dķvida, mandou a mŠquina fotogrŠfica para o conserto e pediu a Chefia da RedaÁ„o um dia de folga.

Por volta das 18 horas da terÁa-feira, Robťrio ligou para Robson e deu ok.

-- O caminho estŠ limpo. Pode voltar ŗ vida normal...

O Robson me garantiu que n„o ficou com medo. Pois, n„o acredita em bruxas.

-- Mas, sei lŠ, que existem, existem...

 
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