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Vou comentar os comentários

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Deixo o domingo ensolarado escorrer manso no rolar das horas perdidas.

Estou atento as esparsas repercussões do post de ontem.

Por que (re)publicar a entrevista do ex-presidente Lula no lugar que é costumeiramente da nossa crônica diária?

Por que este estropiado escriba furtou-se a qualquer outro comentário?

Prometi em postagens anteriores que aqui é o espaço do livre sonhar – e, na medida do possível, andaria distante dos noticiários do dia, inapelavelmente recheados de tristezas e destemperanças.

Fica o alerta:

Não estou cumprindo o prometido.

Olaiá.

Aceito o desafio.

Vou comentar os comentários

Confesso mesmo que ficaria preocupado se não houvesse esse feedback.

A ideia, a princípio, era essa mesmo:

Provocar em meus amáveis cinco ou seis leitores – e em mim mesmo – uma inquietação a princípio e, posteriormente,  a reflexão sobre o outro lado da verdade que vem sendo nos imposta diariamente pelos grandes meios de comunicação de massa.

Por outra, divulgar – mesmo que humildemente em nosso Blog – o trabalho independente de Bob Fernandes, talvez o mais importante repórter brasileiro de nossos dias, além de ser uma honra, permitam-me dizer, é uma obrigação.

Farei isso sempre que achar necessário. Até em nome do meu recente passado como professor de jornalismo.

E não só com as reportagens de Bob Fernandes, mas, acrescento, de todos aqueles jornalistas que, de forma corajosa, trabalharem em prol da construção de um Brasil mais solidário, socialmente justo e contemporâneo.

Sei que me entendem.

Há dias em que o noticiário se sobrepõe e se faz inevitável.

Além do que o desabafo do ex-presidente Lula traz o ponto e o contraponto, o fato e o comentário.

Vale a reflexão.

A propósito, na sexta-feira à noite, quando a entrevista do Bob Fernandes era um dos principais assuntos nas redes sociais e na web, liguei a TV e, enquanto zapeava, vi que o Pedro Bial recebia em seu programa para um bate-papo o grupo Molejo e o ex-futebolista Edílson, aquele mesmo…

Pode ser rabugice minha – é provável que seja mesmo.

Mudei de canal, mas fiquei com o refrão-chicletinho na cabeça:

“Vou varrendo, vou varrendo, vou varrendo…”

Não sei se para escapar à sina, recorri a uma lembrança antiga, ainda do tempo do cursinho Etapa na avenida Consolação.

A jovem professora de Literatura a nos alertar sobre os mistérios da criação:

O autor passa a vida à procura de um espelho fiel – e que, muito provavelmente, esse fenômeno só ocorra quando há a simbiose entre quem escreve e quem o lê…

 

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