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Centenário de Rubem Braga

77 anos de vida

62 de profissão.

(Morreu em 1990.)

Aproximadamente 15 mil textos publicados em jornais e revistas.

Repórter, correspondente de guerra, representante do Brasil em embaixadas, sempre cronista. Principalmente cronista, o dom mágico de “viver em voz alta”, como ele próprio escreveu tantas e tantas vezes.

Neste 2013, estamos reverenciando o centenário de nascimento de Rubem Braga, capixaba, de Cachoeiro do Itapemirim, jornalista e escritor.

Um dos grandes nomes da literatura brasileira.

Alguns de seus títulos estão sendo oportunamente relançados (“200 Crônicas Escolhidas” e “O Menino e o Tuim”), obras alusivas a ele também (“Um Cigano Fazendeiro do Ar”, de Marco A. Carvalho, e “Na Cobertura de Rubem Braga”, de José Castello) e há coletâneas inéditas também (“Retratos Parisienses”, ”Rubem Braga” e “O Lavrador de Ipanema – Crônicas de Amor à Natureza”).

Afora esses lançamentos, outras iniciativas saúdam os 100 anos de “O Sabiá da Crônica” e sua magnífica obra. Uma delas chega amanhã (para o grande público) a São Paulo. É a mostra “Rubem Braga – O Fazendeiro do Ar”, com curadoria de Joaquim Ferreira dos Santos, que estará em cartaz no Museu da Língua Portuguesa até 2 de setembro. De quarta a domingo, das 10 às 18 horas. Às terças, até as 22 horas. Sábado, grátis.

Confiram!

Repito o que disse no primeiro post do ano sobre essa data: o Velho Braga merece todos essas honras – e muito mais

(*Post de número 1989)

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