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Jorge, o santo guerreiro

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23 de abril. É dia de Jorge, o santo.

Nas causas perdidas.

Nas aflições do cotidiano.

Nos amores impossíveis.

No desespero, na dor, nas aflições que nos castigam.

Nos dias que correm – e não voltam.

Valei-me, Jorge.

E salve, Jorge.

E viva, viva, viva, Jorge!

II.

O santo guerreiro.

O iluminado cavaleiro da Capadócia que se transformou em defensor dos cristãos.

Exemplo de coragem e fé.

Jorge, o santo padroeiro de Portugal.

(Aos menos, foi o que me disse o senhor que cuida de recolher os bilhetes dos turistas à entrada do Castelo de São Jorge, em Lisboa.)

E de outros povos também (vi no Google): Inglaterra, Geórgia, Catalunha, Lituânia, Sérvia, Montenegro, Etiópia…

Protetor de cidades como Londres, Barcelona, Gênova, Ferrara, Friburgo, Moscou, Beirute, Régio Calábria onde estive, maravilhado, no início do ano.

Jorge, que nos proteja em nossa inefável luta de todos os dias.

Rogai por nós.

III.

O pai dizia para que olhasse firmemente a Lua.

Era a moradia de Jorge, o indomável, e seu cavalo branco.

– Só em dia de lua cheia, filho, ele aparece por lá. Olhe bem, com perseverança e fé, e verá… Nos outros dias, ele vaga pelo céu abençoando os humildes, os desvalidos e os de bom-coração.

Como não acreditar no pai?

Como não ser, desde então, devoto de Jorge?

Que São Jorge nos abençoe. Hoje e sempre…

*Minha história de devoção ao santo começa ASSIM. Clique!

*(foto: o altar herdado de Dona Yolanda/arquivo pessoal)
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