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O passo faz o caminho

O teclar cativa o mundo – e me espanta.

Quase 10 por cento dos acessos diários
deste sítio/blog vêm de longe. São de pessoas
que moram fora do país, conforme gráficos
de indicadores da Red Consultoria,
empresa que criou e dá suporte técnico
ao ‘www’ do degas aqui.

Deram uma espiadela em nossas bobagens
virtuais, gentes de Portugal, Inglaterra, França,
Noruega, Holanda, Austrália, Itália, Eslovênia,
Alemanha, Israel, Japão, Suíça, Samoa, Paquistão,
EUA-comercial, EUA-militar (ops! Perigo! Perigo!)
e outros identificados como “não reconhecidos” –
o que nos leva a crer que alguns
desprevenidos Ets também nos lêem.

Viramos um desbravador dos sete mares, e céus…

II.

O passo faz o caminho.

2006 foi um ano difícil.
De perdas sutis, e doridas. Desalentos
em diversos âmbitos sociais. Tantas
pequenas grandes tragédias nos abateram.
Falo até de uma certa desesperança
que ora nos ronda. Odeio essas listas
de melhores e piores. Por isso, paro aqui.
´
Na esteira das tristezas, o lado pessoal
não ficou imune – e foi complicado também.
É da vida, embora não precisava sê-lo…

O site/blog foi a maior das conquistas –
tornar a escrever diariamente se fez luz e guia.

III.

O passo faz o caminho.

Estou cansado.

“A vida às vezes precisa de uma pausa” –
ensinou o poeta Carlos Drummond de Andrade.

Entendo o quê ele quer dizer.

É hora de parar. Dar um tempo…

Que 2006 se vá…

E o Novo Ano nos abençoe e guarde…

IV.

O passo faz o caminho.

Aos que andaram comigo,
meu sincero reconhecimento.
Não sabem o quanto me
foram e são importantes.

Aos amigos, benção maior,
desculpem a cara amarrada,
o desabafo fora de hora,
o olhar perdido, a ausência.
Minhas gratidão e amizade eternas.

Aos sórdidos, insidiosos, farsantes –
saibam: esqueço, mas não os perdôo…

V.

Pra variar, encerro com Quintana:

‘A todos esses que aí estão
atravancando o meu caminho,
Eles passarão…
Eu, passarinho!’

E de férias…

Sem hora para ir, pois com a asa
machucada enfrentarei corajosamente
o caos dos aeroportos brasileiros…

Sem dia para voltar, pois
quero reacender o sonho
em meus planos de vôos.
Para muito além de mim,
e sempre junto a você, caro leitor.

Em 2007, seremos todos mais felizes!

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