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Os musicais e o saudosista

Definitivamente…

(Sempre quis começar um texto assim, como se soubesse exatamente o que estou falando/escrevendo. Então, vamos lá, de novo…)

Definitivamente os musicais caíro no santo gosto popular.

Rita Lee, Tim Maia, Elis, Cássia Eller e todos aqueles títulos chupinhados da Broadway fizeram e fazem um belo sucesso entre a rapaziada que ainda curto um certo agito cultural.

Fazem mais e melhor: abrem espaço para outros tantos mergulhos na vida e obra de ídolos de priscas eras ou mesmo de um naco da nossa história artística.

Só em São Paulo nesta semana estrearam dois novos espetáculos que merecem uma atenção toda especial. Quem puder, não pode deixar de vê-los.

São eles: “Sambra – 100 Anos de Samba” (no Espaço das Américas), que tem Diogo Nogueira cantando e interpretando e, dizem, se saindo muito bem, e “Chacrinha, o Musical” (no Teatro alfa) narrando a história do Velho Guerreiro, com Stepan Nercessian no papel principal.

Entrevistei Rita, Tim, Elis, Chacrinha, o pai de Diogo (o grande João Nogueira quando lançou seu primeiro disco) e outros tantos eméritos sambistas que, leio, são citados no musical (será que eles lembraram de incluir o saudoso Roberto Ribeiro?).

Como meus cinco ou seis leitores bem sabem, quando jovem eu era repórter e cobria lançamentos e shows na MPB.

E vidão!

Os jornais tinham mais gente trabalhando nas redações. Cada repórter era o responsável pela sua área no Caderno de Arte e Cultura – e esse filé era o meu.

Definitivamente, estou ficando velho, e saudosista.

Agora, sim, sei exatamente o que estou dizendo…

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