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Tite e as matildes faladeiras

Posso pedir um grande favor aos colegas, jornalistas esportivos?

Posso mesmo?

Então, lá vai…

Vamos parar com essa história de que o Tite é o melhor técnico do mundo.

Não sei se é ou se não é. Mas, turminha que fala na latinha, deixa quieto. Encham a bola do homem que ele merece. Mas, cuidem de não exagerar. Deixem o cara nessa maré de vitórias conduzir o escrete à Copa da Rússia na paz e na miúda.

Dá um azar danado essa coisa de o melhor do mundo, esqueceram?

Vamos ficar nos exemplos recentes, ok?

Em 2010, tínhamos o melhor goleiro do mundo, disseram. E lá foi o Júlio César sair caçando borboleta num momento crucial da semifinal contra a Holanda. O time entrou em parafuso, o Felipe Melo foi expulso e formos desclassificados.

Em 2014, o Thiago Silva era o monstroooooo!!! O melhor zagueiro do mundo, intransponível. Caiu no choro antes das cobranças de pênaltis e … Todos sabemos o tamanho da nossa derrocada.

Claro, não foram os únicos responsáveis. Outros tantos fatores determinaram o nosso fracasso. Aqui, valho-me de um clichê do Planeta Bola: se não há um único responsável pela vitória, também na derrota – por mais fragorosa que seja – não podemos culpar um único ser.

Reitero, meus caros, dá um azar danado.

Por isso, vamos conter a Matilde Faladeira que existe em cada um de nós.

Hoje, a Seleção pega o Paraguai em jogo pelas Eliminatórias que, em caso de vitória (mais do que provável), vai nos encaminhar, sem sustos, para a Copa de 2018.

O hexa é a sonhada meta.

Mas, ainda há um longo caminho a ser percorrido. Com respeito, determinação e humildade. Sempre!

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