Foto: Jô Rabelo
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“Em um ano que se perdeu na poeira da memória, a velha Redação de piso assoalhado e grandes janelas para a rua Bom Pastor já vivia a expectativa da cobertura de Carnaval que faríamos nos próximos dias.
— Vocês são jovens e inconsequentes, dizia o Marcão, veterano de tantas ‘batalhas’ jornalísticas que, ali, além de nos orientar no trabalho de repórter, era responsável pela coluna mais lida do jornal, Repórter GI.”
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Dou uma segunda vida a um texto antigo, de fevereiro de 2013:
Escova e o lusco-fusco do amor
Não trata propriamente sobre Carnaval, mas resgata um momento daqueles que só poderíamos viver na mítica Velha Redação de piso assoalhado e grandes janelões para a rua Bom Pastor.
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Também separei outra crônica antiguinha, de fevereiro de 2023:
No texto, atendo à Sra. Plácida que se disse “assídua leitora” e, curiosa, me propôs o instigante questionamento:
Qual foi o meu melhor carnaval?
Respondi, sem responder. Mas, desconfio, preservei o astral do tríduo momesmo.
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Ah, não poderia esquecer.
Outro mergulho nas memórias de um velho repórter.
Trago-lhes outro texto que escrevi por essa época. Fevereiro de 2012.
Chama-se:
É, digamos assim, um complemento das crônicas supracitadas.
“A turma da Redação trabalhava duro enquanto os demais departamentos da empresa permaneciam às moscas.”
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Recordar é viver, meus camaradas.
Boa folia a todas e todos.
Divirtam-se.
Cuidem-se.
E continuem por aqui e me querendo bem.
Que não custa nada.
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TRILHA SONORA
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