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Um reencontro pela janela do tempo

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Foto: Arquivo Pessoal

Meus caros e preclaros,

permitam-me a caradura de lhes sugerir o relançamento do meu livro Pela Janela do Mundo (Ou o mundo pela janela), se é que já não leram.

Se leram, que tal uma reeleitura?

Como o amigo leitor pode reparar, a partir de hoje, a coletânea (que publiquei em fins de 2019) ganha destaque na home do nosso site/blog.

Dou ao livro uma segunda chance por motivos que explico a seguir.

O lançamento e a compilação foram atropelados pela eclosão da trágica pandemia dos primeiros meses de 2020.

Pois então…

Por obra e conta do acaso, fiz uma descompromissada pesquisas nos comentários dos clientes de sebos on-lines e lojinhas virtuais de livros e, acreditem!, me surpreendi com as boas referências que eventuais leitores fazem ao especialmente ao livro.

Até por inspiração das tais considerações, surgiu-me então a ideia de lhe dar maior visibilidade por aqui, e até mesmo tentar comercializá-los pelo site/blog.

Do autor para o distinto público.

Pelo e-mail:

romanceinacabado@outlook.com.br

O que acham?

Não preciso lhes dizer, mas digo: fiquei todo pimpão com os comentários. Reiteram o orgulho que tenho da minha modesta trajetória como repórter e, vá lá!, cronista.

No mais, tenho um carinho especial por este livro (o oitavo título que lancei, acho).

Nele, procuro fazer da minha memória jornalística o retrato sensível de época. Selecionei, para tanto, 50 textos da coluna Caro Leitor, que foram publicados entre 1996 e 2003 e que refletem um período de transições intensas que, queiramos ou não, determinaram as infaustas condições que atravessam o Brasil e o Planeta.

“Um tempo que não viu o Brasil passar” é título de uma das crônicas que sintetiza a reflexão crítica que me propus registrar ao descrever o cotidiano e os grandes acontecimentos.

Busquei o equilíbrio entre o íntimo e o histórico. Os temas são bem diversos. Dou-lhes dois exemplos. Falo da trajetória de Madre Paulina (então, prestes a ser canonizada) no bairro do Ipiranga e o temas e também registro, entre outros fatos, o impacto global que nos causou o 11 de setembro.

O livro, creiam, funciona como memória de uma era, mas também se propõe a ser um exercício de sensibilidade. Tento uma amplitude que não dispersa, mas reforça a ideia de integrar o leitor à cena que lhes ouso contar. E assim resgatar a oportunidade de lhes tornar a propor a observação mais alongada das mudanças que se fizeram na virada do século.

Creio que tal reflexão – onde estávamos, o que fazíamos, o que buscávamos – podem nos indicar um fraterno e promissor caminho na busca de dias melhores e socialmente mais justos.

TRILHA SONORA


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