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Tal e qual…

Soltei a mão nos três últimos relatos que fiz sobre meu encontro com estudantes de jornalismo ainda na semana que passou e que se mostraram interessados em minha desgovernada trajetória profissional.

Como de hábito, prometi aos meus prezados cinco ou seis leitores um resumão do papo e acabei por me alongar em coisas que lá disse a eles e outras que me surgiram ao longo deste meu cotidiano teclar.

Antes que o amigo Escova aqui apareça, com ar professoral de quem se auto-intitula ombudsman das bobagens que escrevo, parece-me conveniente fechar a temática ainda no post de hoje.

Já nem lembro mais o que disse à turma de formandos que não lhes disse aqui, no Blog. De qualquer forma, aproveito o ensejo para dizer – como fiz a eles – que, sem qualquer dúvida, meus cinco livros e a própria existência deste espaço de perorações são, na verdade, registro e extensão da minha atividade de jornalista. Ainda que absolutamente despretensiosa, posso lhes confessar: tenho muito orgulho dos passos que dei ao longo desses 42 anos (a se completarem em fevereiro/março de 2016) de vida profissional.

Sempre digo a quem me pergunta sobre a força que tem o acaso em nossas existências. Não sei lhes dizer que estranhas circunstâncias me levaram ao jornalismo e, sobretudo e principalmente, ao texto.

Não tenho do que me queixar, porém.

Tal e qual um romance inacabado, a vida se revela um enredo ainda a ser escrito – e a melhor reportagem, a melhor história será sempre aquele que ainda estamos viver e contar…

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