Lembro-me de uma declaração do ator Juca de Oliveira (que morreu neste sábado, dia 21, aos 91 anos). Uma declaração me fez pensar na magia do momento e da revelação.
Um personagem como José de Nazaré, que viveu há 2 mil anos, no entender do jornalista Carlos Heitor Cony (1926/2018), “é de uma assombrosa grandeza humana”.
Meu ex-aluno P.H. que desistiu de trabalhar como jornalista propriamente dito e enveredou para a assessoria de Comunicação, onde “ganha mais e vive melhor”.
O livro reúne 50 crônicas publicadas na coluna Caro Leitor entre 1996 e 2003.
A obra registra um período de transição histórica marcado pela virada do século e do milênio.
O autor Rodolfo C. Martino define esse contexto como “um tempo que não viu o Brasil passar”.
Os textos abordam fatos cotidianos e acontecimentos de grande impacto.
Entre os temas estão a trajetória de Madre Paulina e o atentado de 11 de setembro.
A narrativa combina observação do dia a dia com reflexão histórica e social.
O olhar proposto é atento às transformações que moldaram o mundo contemporâneo.
O conjunto forma um painel sensível de mudanças culturais e humanas.